Ah, o bom e velho déficit zero! Parece que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, está empenhado em nos presentear com mais um capítulo dessa saga épica de promessas não cumpridas do desgoverno do PT. Nesta terça-feira (1º/7), o ministro, com sua habitual desenvoltura, afirmou que para atingir a meta fiscal (risos), será preciso manter o aumento do IOF, aprovar uma medida provisória que aumenta ainda mais os tributos (para a alegria geral da nação, claro) e, cereja do bolo, cortar R$ 15 bilhões em benefícios fiscais. Sim, você leu certo: mais apertos para o bolso do contribuinte, enquanto a "responsabilidade fiscal" do governo Lula segue sendo um conceito bastante flexível.
O IOF: O Imposto Que Não Vinga, Mas Insiste em Assombrar
E quem disse que a vida do pagador de impostos seria fácil? O famigerado decreto do IOF, que prometia sangrar ainda mais nossas finanças, foi derrubado pelo Congresso Nacional na semana passada. Mas não se iludam com essa pequena vitória! A Advocacia-Geral da União (AGU), em um movimento digno de um roteiro de filme de suspense, já sinalizou que vai judicializar a questão. Parece que a harmonia entre os poderes é um conceito bem... opcional para este governo.
Haddad, com sua postura de "não vi, não sei", evitou comentar se a medida será contestada no Supremo. Mas não perdeu a oportunidade de nos lembrar que o IOF é "usado para sonegar impostos" e que a Receita Federal está trabalhando incansavelmente para "fechar a brecha". Convenhamos, é sempre bom culpar o cidadão, não é mesmo?
O advogado-geral da União, Jorge Messias, foi "incumbido pelo presidente" de verificar se os limites constitucionais foram "atravessados". Se sim, "é natural que o presidente busque o reparo". Se não, as "negociações vão continuar". Tradução: se a gente não conseguir no Congresso, a gente tenta no tapetão. Aguardem o próximo capítulo, pois a saga da "responsabilidade fiscal" do PT promete mais reviravoltas!
Você acredita que essa nova "solução" para o déficit zero realmente trará resultados, ou é mais uma manobra para justificar o aumento da carga tributária?

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