Aguarde, carregando...

Quinta-feira, 18 de Junho 2026
Corrupção

aques Wagner diz que apartamento de R$ 2,45 milhões era para a filha

Senador Jaques Wagner (PT-BA) foi alvo de operação da Polícia Federal que apura o caso de corrupção do Banco Master, nesta quinta-feira

Agazetta
Por Agazetta
/ 9 acessos
aques Wagner diz que apartamento de R$ 2,45 milhões era para a filha
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

O senador Jaques Wagner (PT-BA), alvo de operação da Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira (18/6) sobre o Banco Master, afirmou que pretendia presentear a filha com o apartamento avaliado em cerca de R$ 2,45 milhões, cujo transferência é investigada pela corporação. 

“Sobre o apartamento, na verdade, é um apartamento que está em construção. Eu tinha interesse (em) dar o apartamento ou de ajudar minha filha a comprar um apartamento desse. Como o Augusto Lima (banqueiro) era um investidor, eu disse a ele: ‘Você pode comprar? Depois, eu vou recomprar. Porque o apartamento está em construção, não está pronto. Então eu teria que vender o apartamento da minha filha para poder complementar e pagar o apartamento, ou ela financiar.”, disse o senador em entrevista à Band News.

O apartamento em questão, segundo a investigação da PF, fica em Salvador (BA), no empreendimento de luxo Poème Horto. A suspeita dos investigadores é de que o imóvel tenha sido repassado por Augusto Lima, ex-sócio do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, com a participação de intermediários ligados ao grupo investigado.

Segundo mensagens interceptadas pela PF, o senador baiano teria pedido dados do imóvel ao empresário Augusto Lima.

Publicidade

“Consegue esses dados? O envio do projeto é até o dia 19/05, segunda-feira. Eles também falam de um formulário de envio, mas esse formulário não foi disponibilizado, nem está entre os arquivos do link que a construtora disponibilizou”, diz a mensagem citada na decisão que autorizou a operação da polícia.

De acordo a investigação, estes dados seriam necessários para a emissão de um Registro de Responsabilidade Técnica (RRT), documento exigido para realizar alterações no apartamento.

Logo após receber as informações, Augusto Lima teria acionado interlocutores ligados ao grupo econômico investigado, para tratar da compra do imóvel.

Segundo a PF, a aquisição foi posteriormente formalizada pela empresa Epítome S.A., representada por Luiz Antônio Lombardi, com recursos de estruturas de fundos vinculadas ao grupo investigado.

Comentários

O autor do comentário é o único responsável pelo conteúdo publicado, inclusive nas esferas civil e penal. Este site não se responsabiliza pelas opiniões de terceiros. Ao comentar, você concorda com os Termos de Uso e Privacidade.

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
WhatsApp AGAZETTA
Envie sua mensagem, estaremos respondendo assim que possível ; )
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR