Espaço para comunicar erros nesta postagem
A Polícia Federal começou a comparar o DNA das pessoas detidas pelas invasões aos prédios públicos na Praça dos Três Poderes (Palácio do Planalto, Congresso e Superior Tribunal Federal), em Brasília, no último domingo, 8, com o material genético colhido após os atos de vandalismo. Fezes, urina, pele e cabelo dos manifestantes foram coletados dentro dos edifícios vandalizados nos atos de 8 de janeiro. Este cruzamento de dados genéticos poderá ser usado como prova contra os 1.418 manifestantes presos — por exemplo, aferir se alguém de fato entrou nos prédios federais. Além disso, a PF tem mãos em mais de mil celulares apreendidos. Os peritos tentam descobrir pistas sobre a invasão e, principalmente, quem são os financiadores dos protestos. As oitivas dos detidos devem ser finalizadas na sexta-feira. Entre os mais de 1.400 presos, aproximadamente 600 foram liberados por questões humanitárias.
Moraes ainda acolheu uma solicitação da Procuradoria-Geral da República e incluiu Jair Bolsonaro (PL) nas investigações devido a uma publicação nas redes sociais do ex-presidente em 10 de janeiro, dois dias depois dos atos de vandalismo. Segundo o ministro do Supremo, o ex-mandatário da República “se posicionou de forma atentatória às instituições”. O magistrado não determinou quando será o interrogatório de Bolsonaro, que está fora do país — ele viajou para a Flórida, nos Estados Unidos, no último dia 30 de dezembro. Torres também estava no Estado da Costa Leste americana antes de voltar ao Brasil e se entregar à Polícia Federal, mas não há nenhuma evidência de que eles se encontraram.
Nossas notícias
no celular
AGAZETTA NEWS