Aguarde, carregando...

Quinta-feira, 25 de Junho 2026
Polícia

Operação da PF investiga desembargador e filho suspeitos de venderem sentenças para traficantes

Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão em Brasília, Belo Horizonte e São Luís; caso sejam condenados, prisão pode chegar a até 12 anos

Agazetta
Por Agazetta
/ 285 acessos
Operação da PF investiga desembargador e filho suspeitos de venderem sentenças para traficantes
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

A Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação “Habeas Pater” para  investigar um desembargador e seu filho, advogado, suspeitos de terem vendido sentenças para traficantes. A operação foi deflagrada na manhã desta terça-feira, 14, e contou com o cumprimento de nove mandados de busca e apreensão na cidade de Brasília (DF), sete em Belo Horizonte (MG) e um em São Luís (MA). Os mandados foram expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e os crimes investigados são de corrupção ativa e passiva. Caso pai e filho sejam condenados após a investigação, podem pegar pena de até 12 anos de prisão. A operação tem ligação com uma outra ação da PF, batizada de Operação “Flight Level II”, que visa combater os crimes de tráfico internacional de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Segundo a PF, foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão em Belo Horizonte, São Paulo e Florianópolis, cindo mandados de prisão preventiva, cindo de prisão temporária, 17 de sequestro de veículos automotores e de sete imóveis. Também foi determinado o bloqueio de contas bancárias e criptoativos de 34 pessoas físicas e jurídicas. Foram identificadas aquisições de imóveis, veículos, joias e criptoativos sem que os rendimentos justificassem o acréscimo patrimonial dos investigados. Ainda de acordo com a PF, o desembargador e seu filho venderiam sentenças para os investigados nesta ação. Ao todo, 12 servidores da Receita Federal e 120 policiais federais participaram das ações. Os suspeitos da operação Flight Level II poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas, participação em organização criminosa e lavagem de dinheiro, cujas penas somadas podem chegar a 38 anos de prisão. Interessante na investigação, é que se fosse um "Zé da Farinha" com certeza os nomes seriam divulgados.

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
WhatsApp AGAZETTA
Envie sua mensagem, estaremos respondendo assim que possível ; )
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR