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Responsável pelo caso de Daniel Alves, a juíza Anna Marín, do Tribunal de Instrução 15 de Barcelona, escreveu no despacho que motivou a prisão do jogador que “há indícios mais que suficientes” para considerar que o atleta cometeu estupro contra a mulher de 23 anos – o crime teria acontecido na madrugada de 31 de dezembro de 2022, dentro do banheiro da área VIP da casa noturna Sutton, em Barcelona. No documento, no entanto, a magistrada explica que as investigações ainda estão em fases iniciais e, por conta disso, não pode considerar o consagrado lateral como culpado. As informações foram divulgada pelo jornal espanhol “El Periódico” nesta quinta-feira, 2.
Os advogados de Daniel Alves ainda sustentam que seu cliente está diante de um cenário em que há espaço para questionar as provas coletadas no caso, dados os “não tão evidentes, contundentes e devastadores” elementos utilizados no pedido de prisão. A defesa argumenta ainda que há dúvidas se o relato da suposta vítima sobre o que aconteceu entre o casal no banheiro também poderia estar “adornado de elementos idênticos de distorção narrativa” e que as gravações desmentem “do modo mais radical o clima de terror e pavor” descrito pela mulher. Segundo a imprensa espanhola, no entanto, o relato da jovem condiz com as imagens das câmaras de segurança da casa noturna.
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