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Quinta-feira, 25 de Junho 2026
Polícia

Exército identifica suspeitos de furto de metralhadoras em São Paulo

Investigações apontam para cooptação de oficiais por facções criminosas; roubo teria ocorrido no Dia da Independência, no dia 7 de setembro

Agazetta
Por Agazetta
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Exército identifica suspeitos de furto de metralhadoras em São Paulo
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O Exército Brasileiro identificou três militares suspeitos de envolvimento no furto de 21 metralhadoras no Arsenal de Guerra de São Paulo (AGSP), localizado em Barueri, na Grande São Paulo. As investigações estão em andamento para determinar se o trio foi cooptado por facções criminosas para realizar o extravio das armas. De acordo com informações fornecidas por oficiais que acompanham o caso, acredita-se que o roubo tenha ocorrido durante o feriado do Dia da Independência, em 7 de setembro, quando o quartel estava com baixo efetivo. As metralhadoras furtadas incluem 13 de calibre .50 (antiaéreas) e oito de calibre 7,62. Os militares que estavam de plantão durante o feriado estão entre os suspeitos, e o Exército pretende tomar medidas disciplinares internas contra os responsáveis pelo controle do armamento, que só perceberam o furto mais de um mês após o ocorrido. Os principais suspeitos já foram notificados no inquérito policial militar aberto para investigar o caso e terão a oportunidade de apresentar suas defesas. O avanço das investigações se deu após a Polícia Civil do Rio de Janeiro enviar ao Exército um vídeo que circulava nas redes sociais, mostrando quatro metralhadoras de grosso calibre sendo oferecidas ao Comando Vermelho. Os oficiais que atuam na investigação reconheceram que as armas exibidas no vídeo são semelhantes às que foram furtadas do Arsenal de Guerra. Diante disso, o Exército decidiu concentrar suas suspeitas no feriado de 7 de setembro como o momento em que as armas foram roubadas. Embora não seja descartada a possibilidade de que as armas tenham sido retiradas gradualmente em diferentes dias, essa linha de investigação perdeu força recentemente. O Exército afirma que as 21 metralhadoras furtadas estavam “inservíveis” e aguardavam manutenção no depósito de Barueri.

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