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Daniel Alves entrou em contradição três vezes no caso em quem é acusado de ter agredido e estuprado uma jovem de 23 anos, no final do ano passado, em uma boate na Catalunha. Primeiro, o ídolo do Barcelona disse às autoridades espanholas que não conhecia a suposta vítima. Depois, o jogador com longa passagem pela seleção brasileira teria dito que estava no banheiro quando a mulher entrou, mas que não teve contato algum com ela e que ficou parado, sem saber o que fazer. Por fim, o lateral admitiu que fez sexo com a suposta vítima, mas garantiu que as relações foram consensuais. Nesta sexta-feira, 27, o novo advogado do atleta, Cristóbal Martell, explicou a mudança nas versões. “Ele estava em choque. Devia se tratar de ocultar a infidelidade de sua mulher”, disse ao programa “Hablando Claro”, da emissora local “TVE”. Preso de maneira preventiva desde 20 de janeiro, Daniel Alves é casado com a modelo Joana Sainz há quase sete anos.
De acordo com a mulher, o jogador a trancou em um banheiro da área VIP da boate Sutton, em Barcelona, no dia 30 de dezembro de 2022 e a violentou. Em sua versão, a jovem relata que chegou à boate por volta das 2h da manhã acompanhada de duas amigas e o trio foi convidado por um grupo de amigos mexicanos a subir para a área VIP. Lá, de acordo com a publicação, elas foram abordadas por um garçom que disse que um cliente queria conhecê-las. Elas recusaram, mas o garçom voltou. Ao insistir dizendo ser um “amigo”, as meninas consentiram e foram até a mesa do cliente. Chegando lá havia dois homens e duas mulheres, que saíram quando elas chegaram. Daniel Alves, de acordo com a versão divulgada pelo veículo espanhol “El Periódico”, estava acompanhado de um amigo e se apresentou como “jogador de petanca”, porém seus amigos o reconheceram. A mulher relatou que Dani começou a investir nas meninas, tocando-as. O lateral com passagens por Barcelona e seleção brasileira, então, teria agarrado a mão dessa mulher de 23 anos e colocado em seu pênis, repetindo o gesto duas vezes mesmo com as recusas delas.
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