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O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) deu o primeiro passo para decidir se Robinho, condenado por estupro coletivo na Itália, será preso em território brasileiro. Na noite da última quinta-feira, 23, a magistrada Maria Thereza de Assis Moura disse que aceitou o pedido da Justiça italiana e afirmou que o jogador será informado oficialmente do andamento do processo. Além disso, a presidente do STJ intimou a PGR (Procuradoria-Geral da República) a indicar um endereço válido do atleta, em fase conhecida de “citação” do processo. Agora, o a defesa do ex-Santos e seleção brasileira pode se pronunciar, levando o caso para a análise de um relator integrante da Corte Especial do STJ. Se os advogados não se manifestarem, a própria presidência do tribunal irá decretar se Robinho irá ou não cumprir pena no Brasil – ele foi sentenciado a nove anos por causa do crime ocorrido em 2013, em uma boate de Milão, na época em que atuava pelo Milan.
Publicamente, o atacante está se mantendo em silêncio desde que foi condenado em terceira instância. Além de não conceder entrevistas, o jogador também não está publicando conteúdo nas redes sociais com frequência. Neste ano, por exemplo, o atleta não fez nenhuma publicação em sua conta no Instagram. Seus últimos registros são fotos das festas de fim de ano e uma homenagem a Pelé, além do apoio à reeleição de Jair Bolsonaro (PL), derrotado nas urnas em outubro de 2022.
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