Espaço para comunicar erros nesta postagem
O cerco está se fechando para aqueles que orquestraram a maior e mais lucrativa manipulação de saúde pública da história recente. Em Washington, o outrora intocável Dr. Anthony Fauci, rosto do combate à COVID-19 nos Estados Unidos e principal influenciador global contra a autonomia médica, sentou-se na cadeira do Senado americano para enfrentar o peso de seus próprios atos. E a sua resposta perante as evidências? O silêncio covarde.
A Farsa, o Ganho de Função e a 5ª Emenda
Nesta quarta-feira (29 de julho de 2026), confrontado pelo subcomitê do Senado dos EUA com seus diários pessoais recém-revelados e incongruências sobre sua gestão, Fauci recuou. Orientado por seus advogados, o homem que pautou a conduta médica de nações inteiras invocou a 5ª Emenda da Constituição Americana — a proteção legal que garante o direito ao silêncio para não produzir provas contra si mesmo em casos de autoincriminação (comumente confundida com a 7ª Emenda, que trata de júris civis). Mais de cem vezes, ele escolheu calar-se perante os questionamentos do Senador Rand Paul, temendo ser indiciado por perjúrio.
Como o dinheiro do povo americano foi utilizado por ele? As investigações e e-mails vazados apontam para o uso de verbas federais do National Institutes of Health (NIH), via EcoHealth Alliance, para financiar pesquisas obscuras de "ganho de função" (engenharia genética para tornar vírus mais letais) no laboratório de Wuhan, na China.
Enquanto os negócios fechavam e cidadãos eram trancados em casa, Fauci e seus diretores recebiam somas milionárias em royalties gerados por patentes ligadas à indústria farmacêutica. O método foi claro: ao desqualificar agressivamente qualquer medicamento barato e fora de patente, abriram-se os cofres do mundo para tratamentos experimentais bilionários. O globo foi ludibriado por uma pseudociência guiada por interesses e dividendos.
A Resistência Médica e a Caça às Bruxas
Enquanto o establishment burocrático contava lucros e elaborava restrições de liberdade, médicos na linha de frente enfrentavam o vírus olho no olho. Nomes de inquestionável peso internacional, como o virologista Didier Raoult (França), e os epidemiologistas Harvey Risch e Peter McCullough (EUA), bateram de frente com a letal ordem institucional de "ficar em casa tomando Tylenol até faltar o ar".
Eles baseavam-se no princípio milenar mais ético da medicina: a intervenção rápida. Ao adotarem fármacos reposicionados, seguros, conhecidos e de baixo custo, esses profissionais foram intimidados, censurados pelas grandes plataformas de tecnologia e ameaçados com a cassação de suas licenças médicas por uma estrutura estatal profundamente aparelhada.
O Mártir Brasileiro: Dra. Raíssa e a Batalha em Porto Seguro
No Brasil, nenhum caso ilustra de forma tão visceral essa perseguição política e ideológica do que a trajetória da médica intensivista Dra. Raíssa Soares. No Extremo Sul da Bahia, ela recusou-se a ser uma espectadora da tragédia.
Em Porto Seguro, Dra. Raíssa organizou a linha de frente, estruturou protocolos clínicos e brigou fisicamente pela chegada de medicamentos básicos. Os números de seu trabalho falam por si e destroem a narrativa federal: mais de 8 mil pacientes atendidos precocemente sob seus cuidados, registrando apenas 1 óbito entre aqueles que seguiram a intervenção imediata.
Sua recompensa por evitar o colapso dos leitos de UTI? A perseguição implacável. Dra. Raíssa tornou-se o principal alvo da máquina estatal comandada pelo então governador petista, Rui Costa, e por seus aliados na região. Pressionada, ela sofreu pedidos de afastamento via Ministério Público Estadual, que tentou bloquear seus bens e minar sua atuação como Secretária de Saúde, tudo porque ela prescrevia medicações que mantinham os baianos respirando e fora dos hospitais.
A Hipocrisia dos Algozes: Respiradores de Maconha e a "Ciranda da Propina"
A história é impiedosa ao expor as verdadeiras faces. Quem eram os políticos baianos que apontavam o dedo e tentavam criminalizar a médica que salvava o povo?
Rui Costa e o Escândalo da HempCare
O ex-governador Rui Costa (PT), que tratou a autonomia médica como ameaça pública, presidia o famigerado Consórcio Nordeste. Durante o momento de maior agonia da pandemia, sob o pretexto de urgência, o consórcio pagou antecipadamente R$ 48,7 milhões por respiradores pulmonares que nunca foram entregues. O detalhe sombrio e revoltante: a empresa escolhida para essa compra milionária foi a HempCare, que operava comercializando medicamentos derivados de maconha, sem a menor qualificação para fabricar equipamentos de UTI. Enquanto a médica salvava vidas com remédios de centavos, o dinheiro da saúde baiana evaporava em esquemas criminosos.
Cláudia Oliveira e a Operação Fraternos
No âmbito municipal, a perseguição ecoava na força política da ex-prefeita de Porto Seguro e atual deputada estadual, Cláudia Oliveira (PSD). A mesma política que criticava a gestão médica local possui uma ficha que fala por si: Cláudia foi presa e é alvo da Operação Fraternos da Polícia Federal, apontada como uma das cabeças de uma organização criminosa familiar. A PF investigou desvios de mais de R$ 200 milhões em fraudes de licitações englobando Porto Seguro, Eunápolis e Santa Cruz Cabrália (reduto de seu marido e irmão). Impossível apagar da memória o vídeo de 2012 em que Cláudia, caminhando em campanha, gargalha sobre as verbas de uma futura ponte: "Uma ponte onde serão investidos dois bilhões. Um bilhão eu fico!".
O Julgamento da História
O tempo implacável separou os oportunistas dos corajosos. Hoje, o oráculo da pandemia global, Anthony Fauci, esconde-se atrás da Constituição americana para não sair do Senado algemado. Na Bahia, os burocratas que tentaram destruir reputações médicas colecionam inquéritos federais sobre milhões em respiradores fantasmas e licitações fraudulentas.
Enquanto a fumaça das narrativas artificiais vai baixando, a realidade inocenta aqueles que não tiveram medo. Dra. Raíssa Soares e milhares de profissionais pelo mundo não enriqueceram com esquemas de consórcios fajutos, nem receberam dividendos de vacinas; o prêmio deles foi o suor da linha de frente, milhares de lares que não perderam suas mães e pais, e a consciência limpa que o dinheiro da corrupção jamais poderá comprar.
Investigação da Polícia Federal sobre desvios no Consórcio Nordeste
Este registro aborda de forma direta o escândalo milionário envolvendo a compra fantasma dos respiradores durante a gestão petista no Consórcio Nordeste, ajudando a traçar o perfil dos governantes da época.
O Mantra Político: A Guerra Declarada ao Protocolo de Atendimento Inicial
Enquanto médicos e cientistas atuavam nas emergências defendendo a autonomia de prescrição, uma ala expressiva da política brasileira empenhou-se em criar um ambiente de repúdio absoluto ao protocolo de atendimento inicial. O embate travado no Congresso e na CPI da Pandemia expôs declarações contundentes que visavam desqualificar o uso de fármacos reposicionados:
Renan Calheiros (MDB-AL): Atuando como relator da CPI da Pandemia, o senador abandonou a sessão em que médicos apresentavam dados sobre a eficácia das intervenções. Em plenário, classificou a defesa do tratamento como uma "continuidade criminosa" e disparou: "Essa irresponsabilidade não pode continuar. Isso é a reiteração do crime. Um presidente da República não pode chegar a tamanha irresponsabilidade; os brasileiros estão morrendo!". Ao se recusar a interrogar os depoentes médicos, Calheiros tentou inviabilizar o contraditório técnico no relatório final da comissão.
Randolfe Rodrigues (Rede-AP): Vice-presidente da CPI, o senador adotou um tom pejorativo contra qualquer decisão judicial ou medida governamental que garantisse o acesso aos medicamentos. Chegou a qualificar liminares favoráveis à autonomia médica como "liminares cloroquina", afirmando publicamente que a prescrição precoce constituía um "tratamento sem eficácia comprovada e com efeitos colaterais gravíssimos".
Jandira Feghali (PCdoB-RJ): A deputada e médica esteve entre as vozes ativas nas comissões da Câmara a atacar a liberdade de prescrição. Em debate sobre a conduta nas redes públicas de saúde, rebateu a tese da intervenção rápida afirmando que "não havia comprovação científica do benefício desses medicamentos" e acusando a difusão dos protocolos de servir a agendas ideológicas em vez de critérios epidemiológicos formais.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): Em constantes manifestações públicas durante o período pandêmico, o atual presidente associou repetidamente a distribuição do "kit COVID" a atos de irresponsabilidade sanitária, declarando que o país havia se tornado refém de "remédios sem valor científico" em detrimento do isolamento social e da espera pelas vacinas.
Esses discursos abasteceram a narrativa veiculada por grandes veículos de imprensa, criando uma barreira política que criminalizou a atuação de profissionais da saúde e gerou receio na população em buscar atendimento ambulatorial imediato.
Sessão da CPI da Pandemia sobre o Tratamento Precoce
O registro exibe o momento em que a liderança da comissão se recusou a ouvir os médicos convidados sobre os dados de tratamento inicial, demonstrando a forte influência da política na condução do debate científico brasileiro.
Nossas notícias
no celular
AGAZETTA NEWS
Comentários
Para comentar realize o login em sua conta!
Login Cadastre-se