Um genocídio contra Porto Seguro, população, não deixem isso acontecer!

Um genocídio contra Porto Seguro, população, não deixem isso acontecer!

O que esta para acontecer na Terra do Descobrimento?

A politicagem mais uma vez tenta reinar contra a preservação de vidas das pessoas. Mesmo após serem apresentadas e oficializadas várias estatísticas sobre a eficácia do uso do Tratamento Precoce como uma ferramenta adicional no combate ao covid19, assim como a vacina, uma das lideranças do Conselho Municipal de Saúde de Porto Seguro está organizando um manifesto contra o tratamento, defendido pela Dra Raissa Soares – secretaria de saúde do município, que tem mantido o controle dos casos agravados na cidade desde o início da pandemia.

Dra. Raissa Soares

Muitos não sabem, mas Porto Seguro hoje tem cedido às suas estruturas clínicas e de uti para diversas cidades do Estado, devido ao baixo uso dos equipamentos pela população local que utilizam o tratamento precoce como principal ferramenta na recuperação de infectados de covid19 . Para se ter uma noção clara, o último dado apresentado oficialmente pela prefeitura informa que temos apenas 12 internados de Porto Seguro (entre clínicos e uti) utilizando os 89 leitos disponíveis para o município. Os demais 42 internados são oriundos de cidades como Santa Cruz Cabrália, Belmonte, Eunápolis e região.

O que nos preocupa é que, Porto Seguro, sendo o terceiro maior pólo turístico do Brasil e uma das poucas cidades que se manteve este ano aberta, praticamente, em período integral, mesmo apresentando resultados positivos no controle a pandemia e no índice elevado de curados, passa a ser perseguida, mais uma vez, por pessoas e governantes que se figuram como oposição ao tratamento defendido pela Dra Raissa Soares, apenas para fortalecer um argumento político desqualificado de que a ciência não comprova a eficácia dos medicamentos usados no protocolo assinado e sustentado pela gestão municipal.

Em fevereiro deste ano, a Associação Médicos pela Vida, encaminhou à sociedade brasileira, aos Conselhos Regionais de Medicina e ao Conselho Federal de Medicina. uma carta defendendo o uso do Protocolo Precoce com base em estudos científicos atualizados, na informação clara passada ao paciente, no consentimento livre e informado para uso off-label de medicamentos com os quais possuem experiência de longa data, além de conhecimento sobre os mecanismos de ação, farmacocinética, farmacodinâmica, interações medicamentosas e segurança.

Seguindo a defesa sustentada pelos profissionais da saúde que defendem o PROTOCOLO PRECOCE, Segundo o Art. 32 do Código de Ética Médica, é considerada infração grave: “deixar de usar todos os meios disponíveis de promoção de saúde e de prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças, cientificamente reconhecidos e a seu alcance, em favor do paciente”. Sendo assim, qualquer postura que seja contra a utilização das ferramentas possíveis e disponíveis para combate a uma doença, uma pandemia, com foco em preservar vidas é assumir uma ideologia de genocídio em massa, desqualificando, sem coerência e sem sustentação clara, um tratamento que tem sido adotado por milhares de médicos em torno do mundo.

Dentre as abordagens disponíveis na literatura médica para a Covid-19, existe o chamado “tratamento precoce”: iniciar com as medidas disponíveis o mais rápido possível, para minimizar a replicação viral, utilizando uma combinação de drogas, visando reduzir o número de pacientes que progridem para fases mais graves da doença, diminuindo o número de internações, reduzindo a sobrecarga do sistema hospitalar, prevenindo complicações pós-infecção e diminuindo o número de óbitos. Definitivamente, não é uma promessa de “cura fácil”, posto que lidamos com uma doença nova e de difícil manejo quando se agrava, porém os próprios dados e resultados de Porto Seguro, principalmente após a atual gestão com Jânio Natal, assumir e aceitar na linha de frente essa ferramenta adicional de tratamento, assinando como protocolo oficial essa opção de combate ao covd alinhada a vacinação em massa.

Recentemente, mesmo após o CFM (Conselho Federal de Medicina) se posicionar contra o tratamento precoce indiscriminado, ou seja, sem uma organização, coerência, sem padrão ou sem distinção ou ordem – que não é o caso de Porto Seguro que propõe um protocolo coeso e extenso aos profissionais de saúde, o presidente do conselho, Mauro Ribeiro, afirma: “dizer que o tratamento precoce não têm efeito é mentira”, ele complementa: “Essa história de que está estabelecido na literatura que o tratamento precoce não tem efeito na fase inicial é mentira” e ainda conclui: “Há trabalhos que mostram os benefícios [da terapêutica] na fase inicial, e outros, não. Essa é a realidade. Temos a relação dos trabalhos”. Ainda segundo Ribeiro, há muitas dúvidas sobre a covid-19 — incluindo acerca do lockdown —, o que é natural ao se falar de ciência. O especialista criticou, ainda, o documento da Associação Médica Brasileira contra a utilização de remédios no enfrentamento ao coronavírus. “Quem tem atribuição legal de modo a definir o que pode ou não ser utilizado é o CFM”, disparou. Em meio às incertezas, Ribeiro defende a autonomia dos profissionais de saúde: “Qual foi a nossa postura sobre o tratamento precoce? Deixar o médico definir o que é melhor para o paciente dele”.

Se diante de tantos argumentos e resultados a favor do protocolo precoce, que inclusive se percebe na própria população de Porto Seguro, mesmo nos bairros populares que nem respeitam as regras de prevenção contra o Covid19, qual direcionamento pode ser coerente para seguir contra o Tratamento Preventivo que adotamos, antecipadamente, garantindo estarmos entre as cidades com maior número percentual de curados do país, menor número de óbitos por habitantes e índice 0.0075% de internados em relação a população total do município? Qual o argumento, que não seja político, pode ser utilizado para defender uma postura contra a principal ferramenta utilizada no combate ao coronavírus entre os infectados, sendo que a própria ciência já aponta eficácias alcançadas com o seu uso?

Porto Seguro não aceita que a politicagem tente dominar acima da preservação das vidas e estaremos, em massa, presentes nessa reunião do Conselho Municipal de Saúde, proposto por uma docente da UFSB, ligada ao PSOL (partido que sempre se posicionou contra o protocolo, apenas por ser defendido pelo presidente Bolsonaro). A intenção é impedir que os medicamentos, doados pelo município a população, cheguem à cidade, bloqueando o tratamento precoce e profilático, desta forma, impedindo, inclusive, que o Hospital de Arraial D’Ajuda seja inaugurado, já que irá atuar com os protocolos atualmente adotados pela gestão e Secretaria de Saúde do Município. A Policlínica que está sendo reformada, as Upas do Arraial e do Baianão, estão sendo sabotadas, impedindo todos os preparativos contra o COVID19 para o inverno, período mais tenso da pandemia. O que mais parece é que querem induzir a população mais simples ficarem em casa, sem ar e sem tratamento, logo agora que a gestão irá entregar tantas estruturas super qualificadas para a população.

Vinicius Brandão
Empresário e Jornalista

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