STF bola estratégia para sabotar o voto impresso e auditável

STF bola estratégia para sabotar o voto impresso e auditável

O STF quer implementar o ”teste de integridade”, algo que na prática anula o voto impresso e auditável. Entenda nessa matéria como isso funciona

Segundo matéria publicada pela CNN, os juízes do STF estão cientes que a PEC 135/19, do voto impresso e auditável, poderá passar na Câmara dos Deputados, podendo ser implementada já na eleição de 2022. No entanto, os togados não querem que isso aconteça. Eles argumentam que seria uma mudança ”muito cara”, de R$ 2,5 bilhões, embora os defensores da PEC argumentem que o valor seria literalmente 10 vezes menor.

Como estratégia para sabotar o voto impresso e auditável, o STF deseja propor, como substitutivo, a expansão do ”teste de integridade” nas urnas eletrônicas, que ainda de acordo com a CNN, ocorre da seguinte maneira: ”O teste de integridade é feito na véspera da eleição em todo o país, quando um grupo de voluntários vota tanto de forma eletrônica como impressa. No final, os resultados são conferidos. O processo é acompanhado por uma empresa de auditoria independente”.

Hoje, esse teste de integridade é feito em apenas 100 urnas eletrônicas. Os ”Supremos” querem aumentar esse número. Mas para tal, teria que ser muito, pois temos 500.000, meio milhão, de urnas eletrônicas operando nas eleições. Vejam como esses juízes tiram sarro da cara do povo brasileiro. Acham que somos idiotas!

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