Rui Costa recomenda a não prescrição da Cloroquina e ostros remédios para combater o COVID.

Rui Costa recomenda a não prescrição da Cloroquina e ostros remédios para combater o COVID.

Autor: Redação AGAZETTA – A Nota Técnica Nº 86, foi publicada no dia 29 de março

O Governo do Estado da Bahia, publicou neste último dia 29 de março, uma Nota Técnica COE Saúde Nº86, onde recomenda mais uma vez o não uso para o tratamento contra o COVID de substâncias como CLOROQUINA, HIDROXICLOROQUINA, NITAZOXANIDA E IVERMECTINA para pacientes em tratamento da doença que assola todo o mundo.

A nota, orienta os profissionais de saúdes – Médicos a não usarem os medicamentos ” Não deverão ser prescritos os medicamentos cloroquina, hidroxicloroquina, nitazoxanida e ivermectina para os pacientes com quadro suspeito ou confirmado de Covid-19, atendidos nas redes própria e contratualizada pela Secretaria de Saúde da Bahia, sem outro diagnóstico que justifique o uso desses medicamentos;” e mais proibi a toda rede de farmácias do Estado a não realizar a venda dos referidos medicamentos ” A proibição do fornecimento, pelas farmácias dos hospitais da rede própria da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, dos medicamentos cloroquina, hidroxicloroquina, nitazoxanida e ivermectina para os pacientes com quadro suspeito ou confirmado de Covid-19, e sem outro diagnóstico que justifique o uso desses.

A ação do Sr. Rui Costa, por mais incrível que pareça mostra definitivamente que o mesmo não apresenta nem um compromisso ao combate da pandemia e nem algum afeto ao povo baiano, que sofre há anos com o descaso do Estado para com as unidades de saúde, provocados por seu governo e outros do seu partido, que administra o estado a algum tempo..

Ação é meramente politica e que entra diretamente em choque, quando ao invés de melhorar, ampliar e qualificar o sistema de saúde para combater a Pandemia, o governo, fechou UTIs, comprou, pagou respiradores fantasmas e não foi ressarcido, atrasa pagamentos de médicos e profissionais de saúde e não montou nas principais cidades baianas, unidades ou centro de combate ao vírus. Suas ações são fechamento completo e desorganizado do comércio, suspenção do transporte interestadual, o que mostra todo o despreparo do Governador Rui Costa e sua equipe, ações que levaram ao chamado ” SURTO” do policial militar Wesley Soares Góes, que foi friamente executado em praça pública e com direito a transmissão ao vivo me rede nacional.

Senhor Governador, como seria bom ao invés de estuprar o dinheiro de trabalho do nosso povo, que o senhor explicasse porque o O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público da Bahia (MP-BA) abriram inquérito conjunto para investigar o pagamento de quase R$ 7,8 milhões, pelo governo da Bahia, para compra de 60 respiradores da empresa chinesa Asano Eletronics Co. Limited.

De acordo com a portaria que instaura o procedimento, os equipamentos, comprados por contrato selado em 26 de abril, não foram entregues, apesar de o recebimento estar previsto para 15 de maio. Em nota ao A TARDE, o governo do Estado informou, via Secretaria de Comunicação, que uma carga de 48 respiradores chegou à Bahia em 21 de maio, e os outros 12 restantes, em 27 de maio. O posicionamento afirma também que a Secretaria de Saúde do da Bahia (Sesab) e a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) foram notificadas do inquérito na quarta-feira, 17, e responderão aos questionamentos no prazo estabelecido de dez dias.

Mas voltando Sr. Rui Costa, bom seria, que números e resultados a cerca da utilização dos medicamentos suspensos pelo Senhor , realmente não desse certo e o então movimento Médicos pela Vida, pudesse jogar fora um manifesto assinado por 2.122 médicos brasileiros a favor do uso de medicamentos para o tratamento precoce da Covid-19.
O texto, publicado como material publicitário na edição impressa de 11 jornais brasileiros, como O Globo e a Folha de S. Paulo, cita evidências científicas e clínicas para defender o uso de um coquetel de remédios para evitar que pacientes progridam para fases mais graves da doença.

Se senhor governador não sabe, entre as pesquisas citadas está o levantamento realizado por 23 cientistas em uma das revistas de maior prestígio da Medicina, a The American Journal of Medicine, em que se afirma que não uma droga única, mas um conjunto de medicamentos tem sido eficaz em alguns casos para evitar novos internamentos e mortes. Segundo eles, essa escolha médica diminui o número de internações, reduz da sobrecarga do sistema hospitalar, previne complicações pós-infecção e reduz do número de óbitos.

Seria bom também Rui Costa, o senhor observar os números de casos na cidade de Porto Seguro, terra do descobrimento do Brasil e residência oficial da Sra. Dra. Raissa Soares, uma médica mineira, que aqui chegou a pouco mais de 12 meses e que contando com a ajudar de empresários locais, conseguiu as duras penas implantar o seu Protocolo Precoce e com isso evitando que a população contraíssem o vírus. Resultado Sr. Rui Costa, que constam em números de óbitos, um dos menores de todo o pais, mesmo tendo o Senhor perseguido a ela, sua família e a todos aqueles que tiveram cessado o seu direito ao medicamentos, pois sob sua batuta a Vigilância Sanitária Estadual, recolheu e deu fim as doses doadas a esta cidade pelo Governo Federal – Leia-se Sr. Jair Messias Bolsonaro, nosso Presidente.

Aliás Governador, eu não consigo imaginar que toda esta estrutura montado pelo senhor e o seu partido não consiga enxergar ou pelo menos respeitar os dados de uma consulta feito online com 3.882 médicos sobre questões como situação dos locais de trabalho e saúde mental, sob a responsabilidade da Associação Médica Brasileira (AMB) que descobriu que 1/3 dos entrevistados acredita em alguma forma de “tratamento precoce” contra a Covid-19 .

Os dados indicam que 34,7% dos entrevistados acreditam que a cloroquina é eficaz como prevenção contra a doença, enquanto 41,4% veem o mesmo potencial na ivermectina.  

Atualmente Governador , os medicamentos são oferecidos para pacientes em algumas redes públicas, como no Amazonas – além de já ter sido defendida pelo presidente Jair Bolsonaro. Segundo a entidade, essa falta de consenso sobre o assunto é o que acaba gerando ainda mais confusões.  

Sr. Rui Costa, pelo senhor não tenho nenhuma apreço e tão pouco respeito a você e seu governo e dedico ao senhor a mesma importância que o senhor dedica a mim e a todo o povo Bahiano.

Segue abaixo, na integra o Nota Técnica Nº 86

NOTA TÉCNICA COE SAÚDE Nº 86 DE 29 DE MARÇO DE 2021
RECOMENDA A NÃO PRESCRIÇÃO DE CLOROQUINA,
HIDROXICLOROQUINA, NITAZOXANIDA E IVERMECTINA PARA
PACIENTES COM COVID-19 NO ESTADO DA BAHIA

Considerando a literatura científica atual, que não identifica benefícios no uso da cloroquina,
hidroxicloroquina, nitazoxanida e ivermectina para o tratamento ou profilaxia da Covid-19;
Considerando os reconhecidos efeitos colaterais dessas drogas e o potencial malefício em pacientes com
Covid-19;
Considerando que o Código de Ética Médica, em seu Capítulo I,incisos IV e V, dispõe que“ao médico
cabe zelar e trabalhar pelo perfeito desempenho ético da medicina, bem como pelo prestígio e bom
conceito da profissão” e que “compete ao médico aprimorar continuamente seus conhecimentos e usar o
melhor do progresso científico em benefício do paciente e da sociedade”;
Considerando o dispositivo contido no art. 1º, do Capítulo III, do Código de Ética Médica, que impõe ser
vedado ao médico: “causar dano ao paciente, por ação ou omissão, caracterizável como imperícia,
imprudência ou negligência”.
Recomenda:
I – Não deverão ser prescritos os medicamentos cloroquina, hidroxicloroquina, nitazoxanida e
ivermectina para os pacientes com quadro suspeito ou confirmado de Covid-19, atendidos nas redes
própria e contratualizada pela Secretaria de Saúde da Bahia, sem outro diagnóstico que justifique o uso
desses medicamentos;
II – A proibição do fornecimento, pelas farmácias dos hospitais da rede própria da Secretaria de Saúde do
Estado da Bahia, dos medicamentos cloroquina, hidroxicloroquina, nitazoxanida e ivermectina para os
pacientes com quadro suspeito ou confirmado de Covid-19, e sem outro diagnóstico que justifique o uso
desses.
NOTA TÉCNICA Nº 44 – 01 DE ABRIL DE 2020
(ATUALIZADA EM 14 DE ABRIL DE 2020)
NOTA TÉCNICA COE SAÚDE N 86 DE 29 DE MARÇO DE 2021
REFERÊNCIAS
1- Associação Médica Brasileira. Comitê Extraordinário de Monitoramento Covid-19. Boletim 02/2021
2- Ghazy, R.M., Almaghraby, A., Shaaban, R. et al. A systematic review and meta-analysis on chloroquine and
hydroxychloroquine as monotherapy or combined with azithromycin in COVID-19 treatment. Sci Rep 10,
22139 (2020). https://doi.org/10.1038/s41598-020-77748-x
3- Repurposed Antiviral Drugs for Covid-19 — Interim WHO Solidarity Trial Results. (2021). New
EnglandJournalof Medicine, 384(6), 497–511. https://doi.org/10.1056/nejmoa2023184
4- Kashour Z, Riaz M, Garbati MA, et al. Efficacy of chloroquine or hydroxychloroquine in COVID-19 patients: a
systematic review and meta-analysis. J AntimicrobChemother. 2021 Jan 1;76(1):30-42. doi: 10.1093/jac/dkaa403.
PMID: 33031488; PMCID: PMC7665543.
5- Lamontagne, F., Agoritsas, T., Siemieniuk, R., et al. A living WHO guideline on drugs to prevent covid-19.BMJ,
n526.https://doi.org/10.1136/bmj.n526
6- Chaccour, C., Casellas, A., Blanco-Di Matteo, A., et al. The effect of early treatment with ivermectin on viral
load, symptoms and humoral response in patients with non-severe COVID-19: A pilot, double-blind, placebocontrolled, randomized clinical trial. EClinicalMedicine, 32, 100720. https://doi.org/10.1016/j.eclinm.2020.100720
7- Castañeda-Sabogal, A., Chambergo-Michilot, D., Toro-Huamanchumo, et al. Outcomes of Ivermectin in the
treatment of COVID-19: a systematic review and meta-analysis. MedRXiv, 1–23.
https://doi.org/10.1101/2021.01.26.21250420
8 – Merck Statement on Ivermectin use During the COVID-19 Pandemic. (2021, February 4). Merck.Com.
https://www.merck.com/news/merck-statement-on-ivermectin-use-during-the-covid-19-pandemic/



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