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Justiça mantém júri popular contra Jairinho e Monique pela morte de Henry Borel

Também foram incluídos os crimes de coação pelo ex-vereador e de tortura por omissão relevante pela mãe da vítima

Justiça mantém júri popular contra Jairinho e Monique pela morte de Henry Borel
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A 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro negou nesta terça-feira, 27, o habeas corpus pedido pela defesa do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho, e incluiu mais crimes no processo a que ele e Monique Medeiros respondem pelo assassinato do menino Henry Borel, de 4 anos, em março de 2021. A mãe do menino responde em liberdade. “Esperamos que o povo julgue isso. Que o caso seja julgado em um futuro próximo, que a juíza marque logo essa audiência, esse júri popular, e que o nosso Henry tenha paz e aqueles dois monstros sejam penalizados pela brutalidade que cometeram”, declarou o pai de Henry, o engenheiro Leniel Borel, que também é assistente de acusação no processo que envolve a morte do filho. Com a decisão, está mantida a determinação de que os dois acusados sejam julgados em júri popular.

Henry foi morto no apartamento onde morava com a mãe e o então padrasto na zona oeste do Rio de Janeiro. O laudo da necrópsia do Instituto Médico-Legal (IML) indicou que o menino teve hemorragia interna por laceração hepática em decorrência de uma ação contundente. Os exames apontaram 23 lesões no corpo da criança. A mãe do menino, Monique Medeiros de Almeida, que era companheira de Jairinho, também responde pelo crime de homicídio.

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