Kim Kataguiri e Joice Hasselmann aliam-se ao PT em guerra contra Bolsonaro

Kim Kataguiri e Joice Hasselmann aliam-se ao PT em guerra contra Bolsonaro

Adotaram a postura do ”vale tudo contra Bolsonaro”

Hoje, a esquerda lançou um pretensioso ”superpedido de impeachment” contra o presidente. E com ”esquerda”, estou me referindo a não só o PT, o PSOL, e aqueles corruptos do Centrão, mas também a traidores da direita como os deputados Kim Kataguiri, Joice Hasselmann e Alexandre Frota. Ser contrário ao Bolsonaro é uma coisa. Mas unir-se aos petistas é algo COMPLETAMENTE diferente!

De acordo com a CNN, ”ao todo, o documento é assinado por 46 parlamentares, entidades e partidos. As legendas que subscrevem o pedido de impeachment são PCB, PSB, PT, PSTU, Psol, PDT, PCdoB, PCO, Rede Sustentabilidade e Cidadania. Centrais sindicais como a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Força Sindical, além de movimentos sociais como a Coalizão Negra por Direitos e o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) também estão entre signatários. Outros autores são associações de classe, como a Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) e a Associação Brasileira de Imprensa (ABI).”

Naquele bla-bla-bla de sempre, dividiram os supostos ”crimes de Bolsonaro” em 7 categorias:

  • Crimes contra a existência da União;
  • Crimes contra o livre exercício dos poderes legislativo e judiciário e dos poderes; constitucionais dos estados;
  • Crimes contra o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais;
  • Crimes contra a segurança interna;
  • Crimes contra a probidade na administração;
  • Crimes contra a guarda e legal emprego de dinheiro público;
  • Crimes contra o cumprimento de decisões do Judiciário.

Porém, 46 deputados federais é muito pouco para o impeachment de Bolsonaro. A oposição precisa de 342. Quase trezentos a mais. E como não conseguirão nada, o jeito é ficar lançando um pedido atrás do outro, só para terem assunto para sair na imprensa. Além desse ”superpedido”, nada menos que 122 outros pedidos de impeachment já foram protocolados — e segundo o presidente da Câmara, Arthur Lira, são ”inúteis”.

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